Cliente para Restfulie C#
No final do ano passado o Guilherme Silveira da Caelum , lançou a api Restfulie.
Basicamente o Restfulie implementa as idéias do Jim Webber e Ian Robson em relação a media types que suportam hipermídia, content negotiation e muito mais relacionado a Rest.
Este projeto fez bastante barulho na comunidade, inclusive recebendo elogios do próprio Jim.
O Restfulie teve sua versão original implementada em ruby e logo depois foi lançada a versão para Java, mas ainda não havia nenhuma versão para .Net. Foi então que eu e o Sergio Junior aqui do blog resolvemos escrever uma versão para C# da api.
Começamos a implementar a parte cliente do Restfulie e fizemos isto utilizando as características dinâmicas da versão 4.0 do C#.
A idéia é que podemos fazer o client em C# bem próximo da idéia inicial que foi escrita em Ruby.
Analisando o codigo escrito anteriormente.
Terminei meu post anterior com a pergunta: "Este código está bom? Porque?"
Para analizar um código, assim como qualquer outra coisa, nós precisamos de parâmetros. Precisamos nos basear em algo que saibamos que seja bom, para assim podermos determinar se outra coisa é tão boa quanto, melhor, ou até pior.
Com código não é diferente. Então antes de respondermos a pergunta feita no inicio deste texto, precisamos definir o que é um código bom, ou melhor, que caracteristicas deve ter um codigo para ser considerado bom. Vamos agora recorrer a alguns principios OO para nos municiar de paramêtros para assim julgarmos o codigo em questão
Robert Martin, o uncle Bob, escreveu a muito tempo sobre os principios OO num documento chamado: PrinciplesOfOod. Dos principios OO descritos neste artigo, pelo menos 5 ficaram bastante famosos, e são conhecidos pela sigla SOLID, são eles:
Não é por que é dinâmico que a tipagem é fraca.
Há algum tempo atrás recebi o seguinte comentário em um dos primeiros posts quer escrevi aqui no blog:
Bom artigo amigo, porém penso que esteja havendo alguma confusão sobre o que é “tipagem forte” e o que é “type casting implícito”, em minha opinião a linguagem é fracamente tipada, haja visto que se pode atribuir uma referência de qualquer TIPO de objeto a uma variável, porém a linguagem não realiza o TypeCasting de tipos de forma implícita e arbritária como caso de algumas “Linguagens Chatas” (tomei a liberdade de utilizar seu termo…).
Como o post era antigo acabei demorando para ver o comentário e consequentemente enviar uma respota, porém o comentário aborda um assunto tão interessante, que resolvi escrever um post para esclarecer o assunto, por tanto gostaria antes de mais nada agradecer o seu comémtario, e aqui vai a minha resposta